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Turismo Rural - Xurés Espanha

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Nesta unidade de Turismo Rural de classificação A pode usufruir das atividades promovidas pela Xuresactivo: passeios a cavalo, caminhadas, canoagem, paintball, parque aventura,  ...

  Casa da Feira - Alojamento
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Casa da Feira - Alojamento 

A “Casa da Feira” foi construída no ano de 1874, na Quinta de San Martiño, longe da casa principal, mas ao lado do recinto da feira. A feira realizava-se mensalmente no dia 24 de cada mês. Na mesma época foi edificada a “Casa do Aceite”, onde se conservou o moinho e um lagar de azeite até meados do século XX.

Consta que esta casa foi abrigo de famílias pobres que pagavam a sua renda e sustento com trabalho na quinta, onde se produzia sobretudo azeite, vinho e milho.

A sua localização, a um escasso quilómetro da Vila de Lobios, com vistas para a Serra do Xurés, é um excelente ponto de partida para, em qualquer direcção, encontrar motivos de interesse – a norte, a montanha de Entrimo, a este, as interessantíssimas aldeias de A Regada, Sampaio e A Cela, a sul, o melhor do Parque Transfronteiriço Gerês/Xurés e a oeste, as aldeias de Manin e Compostela, sem esquecer a histórica aldeia de Lindoso.

Aqui temos tudo para uma experiência marcante… a dormida, os sabores da nossa cozinha e um conjunto de sugestões para viver mais intensa ou mais tranquilamente as diversas possibilidades do turismo activo. 

  Casa do Aceite - Restaurante
Casa do Aceite - restaurante

Casa do Aceite - Restaurante

Esta casa foi construída em finais do século XIX e destinou-se à instalação de um lagar para produção do azeite da Quinta de San Martiño, a maior de toda a Baixa Limia.

Consta que parte deste azeite se destinava ao Obispado de Ourense, popr ser de qualidade superior.

Ao lado da casa existiu um moinho para a azeitona, todo em granito, que era movido por burros ou cavalos. Com o tempo este lagar passou a ter uma utilização comunitária, passando a ser utilizado por pequenos produtores que levavam ali o fruto para converte-lo no precioso líquido.

Depois da guerra civil, a legitima expectativa das gentes do campo levou-as em busca de novas formas de vida e a emigração deixou as aldeias com pouca gente para trabalhar o campo. A Quinta não foi excepção e a escassez de mão-de-obra local foi resolvida pela gente que cruzava a fronteira vinda de Portugal.
O olival nunca mais foi o mesmo… e em pouco tempo desapareceu. Hoje em dia conservamos no jardim alguns velhos exemplares.

Mais tarde esta casa foi convertida em padaria, onde se construiu um forno que cozia de uma só vez 32 broas. Ao mesmo tempo deu abrigo a famílias portuguesas que trabalhavam na Quinta.

Nesta casa nasceu e cresceu gente! Com o crescente abandono da terra, a produção não era suficiente para repartir entre senhores e criados… a vida da Quinta sucumbiu no último terço do século XX e as ruínas foram ganhando terreno… até que esta parte da Quinta é recuperada por um português que seguiu o seu destino.

Dentro deste complexo de turismo rural, a Casa do Aceite é convertida num pequeno restaurante, obedecendo a sua recuperação aos padrões da construção tradicional que fazem dele um espaço diferente e encantador.

À mesa procuramos levar o melhor da cozinha tradicional portuguesa e galega, com o azeite e as azeitonas em plano de destaque.